terça-feira, 27 de setembro de 2016

Quando os homens choram

Na última reunião de projeto, o orientador pegou numa garrafa de Barca Velha e ofereceu-a ao Pablo, estudante de Erasmus empenhado e promissor.
Para o jantar de despedida, Pablo convidou o orientador e um punhado de colegas seus, prometendo cozinhar um borrego divino.
Os convidados, sentados à mesa, vendo Pablo assomar à porta com um fumegante tabuleiro, fizeram coro para que se abrisse a Barca Velha.
Então, Pablo arregalou os olhos, baixou-os e fixou-os no fumegante tabuleiro...

23 comentários:

  1. Já se sabe que a estudantada não pode ter uma garrafa em casa que limpam tudo.

    20 dias de féria hum? Bem bom!

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    1. Querida Uva Passa,
      Não fora o seu comentário e nem me teria apercebido das saudades que tinha disto.
      Bom dia,
      Outro Ente.

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  2. Dureza ter "ido" assim uma garrafa de Barca Velha, mas não era caso para tanto.
    Bem-vindo de volta
    Abraço
    Misha

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    1. Meu caro,
      Ainda ponderámos brindar com o molho...
      Bom dia,
      Outro Ente.

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    2. Referia-me ao facto de uma garrafa para uma turma grande, nem um copo cheio dá, preferível beber a 2 ou a 3, digo eu.
      Chorar que tenha sido pela despedida das pessoas e não por uma garrafa com vinho.
      Misha

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    3. Compreendo... (aqui, que ninguém nos ouve, aquilo foi só para tornar o título apelativo. Não houve choro nem ranger de dentes nem gosto ao dedo.)

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  3. Mesmo os estudantes promissores têm muito que aprender, essa Barca Velha sabe muito melhor se bebida em grupo.
    (provavelmente eu também choraria, é essencial beber-se pelo menos um copo...)

    Seja bem regressado!

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    1. Querida Mais Picante,
      Foi o borrego mais memorável que comi... talvez tenha valido a pena.
      Um beijo,
      Outro Ente.

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  4. Na culinária deve sempre ser utilizado bom vinho mas não vale a pena exagerar.

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    1. Querida Ana,
      Neste caso, nem sei se foi o pecado da gula ou se pecou por excesso.
      Bom dia,
      Outro Ente.

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  5. Ingénuo foi quem pensou que iria a tempo de provar o néctar dos Deuses :P

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    1. Cara Estudante,
      Não sei se ria, se chore.
      Boa tarde,
      Outro Ente.

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  6. Um dos meus "guity pleasures" é molhar o pão no molho, suponho que este valesse bem a deseducação.

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    1. Ó Be, formemos uma tertúlia de "deseducados".
      Beijos,
      Outro Ente.

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  7. Gostasse eu de vinho (já num dos seus posts confessei este pecado de não gostar de vinho) e bebia já um copo à sua saúde e ao facto de ter voltado.

    Boa tarde, Outro Ente.

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    1. Querida Cláudia Filipa,
      Brindo a estes seus comentários simpáticos.
      Boa tarde,
      Outro Ente.

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  8. Pipocante Irrelevante Delirante27 de setembro de 2016 às 16:50

    Não foi mau de todo... deve cozinhar-se com o vinho que se consome, nada de errado.

    Para chorar seria se o dito Erasmus usasse o Barca Velha para um bom traçadinho com gasosa do Pingo Doce

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    1. Caro PID,
      Fez-me lembrar que já não ouço há demasiado tempo: "Desta vez estou mesmo à rasca. Vou-me pirar de mansinho. Não volto àquela tasca. Não bebo mais traçadinho." Saudades do Pratas.
      (Claro que não foi mau de todo. Afinal, não sobrou nada.)
      Um abraço,
      Outro Ente.

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    2. Não me lembrava do pratas.
      As coisas importantes que o tempo nos faz esquecer.

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    3. Querida Cuca, a Pirata,
      Ainda me lembro de ali ter sido praxado.
      Bom dia,
      Outro Ente.

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  9. Um borrego digno de Barca Velha só pode ter sido uma delícia!
    (ao menos havia um vinho que não envergonhasse para acompanhar?)

    Beijos, caro Ente :)

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    1. (Um Rioja sem memórias.)
      Boa tarde Maria querida.

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  10. embebeu-se o borrego, degustou-se em convívio, não se perdeu tudo.
    Cheguei a pensar que estivesse em retiro espiritual para não mais voltar.
    bom fim de semana, Outro Ente.
    Beijo,
    Mia

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